E se a dor não nos limitasse?

Todos nós queremos um corpo sem dor. Um corpo que se movimente livremente e sem as limitações que as dores nos impõem.

Mas, antes de avançarmos neste artigo, é importante perceber a base do nosso funcionamento. Vamos explicar de forma resumida e clara o funcionamento do cérebro e da sua capacidade para nos limitar.

Todos nós sabemos que a nossa mente é responsável por tudo o que acontece no nosso corpo. Mas poucos saberão que a sua tarefa principal é garantir a nossa sobrevivência. Então, tudo o que for para além disso - incluindo o nosso movimento - passa a ser uma função secundária quando o corpo está em “modo de sobrevivência”.

 E quando é que o nosso cérebro entra em modo de sobrevivência? Muito antes das condições serem extremas! E faz isso para nos proteger. Por exemplo, quando temos dores, rigidez articular, dor de cabeça, etc, já é o nosso cérebro a proteger-nos. Ou seja, limita-nos enviando outputs como dor, limitação articular, ou incapacidade de produção de força, que são os seus mecanismos de proteção.

O cérebro está constantemente ativo e a avaliar a nossa segurança através das informações que recebe da visão, da audição, do olfato, do paladar, do toque e de outras fontes, e adapta-se de acordo com estes inputs.

Agora, imagina que o teu corpo foi perdendo capacidade de enviar informações de qualidade para o cérebro: imagina que já não vês tão bem como vias; ou que a tua audição foi piorando porque ouves música muito alto; ou que tens uma cicatriz onde tens pouca sensibilidade; ou que tens uma lesão antiga que afetou a tua sensibilidade. Como a qualidade desta informação não é a ideal, a resposta do cérebro pode não ser perfeita. Ou, em última análise, o cérebro pode responder com dor ou limitação simplesmente porque considerou a informação perigosa, entrando em modo de sobrevivência. E assim limita a nossa capacidade de movimento, através da informação de dor.

Isto é o que acontece quando começamos a acumular pequenos défices sem nunca fazermos reabilitação. E porque é que não fazemos reabilitação? Simplesmente porque não sabíamos como ou não estávamos alerta para o impacto de cada pequena alteração na nossa capacidade de perceção. E muitas vezes (mais do que gostaríamos) nem a reabilitação tradicional - medicina, fisioterapia, etc - consegue fazer a reabilitação completa.

Então, como é que podemos fazer com que a dor não nos limite?
A resposta surge através do método que utilizamos na Clínica Z-Health. Fazemos exercícios simples, específicos e personalizados, conseguindo melhorar a qualidade da informação que chega ao cérebro, e obtendo uma resposta mais coerente e de maior qualidade por parte do cérebro. Todos os dias obtemos melhorias nos nossos clientes que, combinando estes drills com o seu plano de treino, conseguem feitos que já não imaginavam ser possíveis.

E como é que o Z-Health consegue melhorar a minha visão ou a minha sensibilidade em áreas onde perdi essa sensibilidade?

Tal como referimos antes, este método foca-se em melhorar a qualidade da informação que chega ao teu cérebro. E fazê-mo-lo através da melhoria da tua perceção (qualidade dos inputs - visão, audição, toque, etc), da melhoria dos canais de comunicação (optimização do sistema nervoso), e do re-mapeamento do teu cérebro (ou seja, re-educar o cérebro para que ele volte a ter uma melhor percepção e localização específica dos inputs).
Com este trabalho vamos conseguir, por exemplo, que uma dor que abrange uma determinada área passe a ter uma localização mais definida e de menor intensidade. Ou vamos conseguir ter uma mobilidade articular de grande amplitude num braço que antes levantava apenas 90º.

E o que mais nos fascina neste método é que os resultados são conseguidos muito rapidamente. Em apenas algumas sessões (às vezes logo na primeira sessão), conseguimos melhorias que nunca foram alcançadas com os métodos tradicionais. E para manter os resultados, só temos mesmo que continuar a enviar informação de qualidade para o cérebro!

Para concluir e responder à pergunta inicial - E se a dor não nos limitasse?

Nós sabemos que esta informação pode ser novidade para ti, que pode ser algo que nunca ouviste falar. Mas o nosso desafio é mesmo esse, que aceites algo diferente daquilo que é o padrão. Que experimentes algo diferente uma vez que as soluções tradicionais ainda não te ajudaram.

A dor não tem que te limitar, e nós podemos ajudar-te independentemente da tua idade ou capacidade física.

Se tiveres dúvidas ou quiseres falar do teu caso específico, fala connosco.

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